O poder das avaliações: como a opinião dos outros impacta nossas escolhas

Em um cenário em que a Inteligência Artificial avança rapidamente, as avaliações de consumidores tornaram-se estratégicas para influenciar decisões de compra. Elas ajudam a construir credibilidade, confiança e reputação nas plataformas de e-commerce e marketplaces.

Avaliações aumentam a probabilidade de compra
  • Produtos com avaliações têm 270 % mais chances de serem comprados do que aqueles sem nenhum review, segundo o Spiegel Research Center.
  • Um leve aumento na reputação — de apenas 0,1 ponto — pode elevar a taxa de compra em 25 %, enquanto passar de 3,5 para 3,7 estrelas pode representar até 120 % mais chances de você fazer sua escolha.
  • Curiosamente, avaliações exclusivamente positivas podem gerar desconfiança. O ideal? Uma reputação integrada, com avaliações realistas e equilibradas.
A força do “eu usei, recomendo”

No Brasil, quase oito em cada dez pessoas dizem que confiam mais em avaliações de consumidores comuns do que em comentários feitos por influenciadores ou pela própria marca. É a tal da prova social: a gente acredita mais quando alguém “como a gente” compartilha a experiência.

E não é só ler. As pessoas também querem interação: 89% dos consumidores esperam que as empresas respondam às avaliações — inclusive às negativas. Afinal, ninguém gosta de falar sozinho.

Segurança em primeiro lugar

Outra razão que faz as avaliações bombarem é a busca por segurança. Em tempos de golpes digitais, muita gente só se sente confortável em comprar depois de conferir a reputação da loja, ver os comentários de outros clientes e até checar se a empresa respondeu às críticas.

Muito além da venda

Mais do que ajudar alguém a decidir a compra, as avaliações são uma mina de ouro para as marcas.

  • Mostram o que o público realmente valoriza.
  • Revelam pontos de melhoria.
  • E ainda criam uma comunidade de troca.

Quando uma empresa dá atenção aos comentários, responde com empatia e mostra disposição para resolver problemas, o efeito vai além da compra: o cliente tende a voltar e indicar a marca para outros.

Confiança que vende

As estrelinhas e comentários que parecem tão simples são, na prática, um dos motores mais poderosos do comércio digital. Eles constroem confiança, reduzem inseguranças e fazem toda a diferença na jornada de compra.

Por isso, se você é consumidor, continue deixando sua opinião: ela influencia muito mais gente do que você imagina.

Equilíbrio é tudo: como comer sem culpa e manter uma rotina saudável

No meio de dietas restritivas, “vilanização” de certos alimentos e pressões sociais, muitos se sentem culpados ao comer algo prazeroso; mas nutrição não deve ser sinônimo de proibição — e sim de equilíbrio, prazer e bem-estar.

Comida sem culpa faz parte do autocuidado

Pesquisas e especialistas afirmam que sentir-se culpado por comer interfere diretamente na relação com a comida e pode aumentar comportamentos ansiosos ou compulsivos. “Abandonar o pensamento de tudo ou nada” e entender que nenhum alimento isoladamente define sua saúde é essencial.

Associar culpa à alimentação pode desencadear ansiedade, compulsão e estratégias compensatórias ineficazes.

Nutrição comportamental

A “nutrição comportamental” é uma abordagem inovadora e baseada em evidências que valoriza os aspectos fisiológicos, culturais e emocionais da alimentação. Ela enfatiza o prazer, o contexto, a frequência e a autonomia alimentar — incluindo que todos os alimentos têm espaço na dieta, desde que com equilíbrio e respeito às próprias necessidades.

O Mindful Eating ou “Comer com Atenção Plena”, por exemplo, promove a presença — concentrando-se no sabor, textura, cheiro, e sinais internos de fome e saciedade. Essa prática ajuda a distinguir fome emocional da fome real e reduz episódios de comer impulsivo.

Percepção e prazer como chaves na alimentação

Um estudo recente liderado por pesquisadores do Reino Unido com mais de 3.000 adultos revelou que nossas crenças e percepções (como achar um alimento “gostoso”, “gordo” ou “ultraprocessado”) influenciam mais o comer excessivo do que o nível de processamento desses alimentos. A classificação Nova – que define ultraprocessados – foi responsável por menos de 5 % das variações no consumo excessivo, enquanto o conteúdo nutricional e percepção sensorial explicaram a maior parte.

Isso significa que demonizar alimentos simplesmente por serem processados pode ser contraproducente. É muito mais eficaz entender os aspectos emocionais e sensoriais por trás das escolhas alimentares.

Guia Alimentar Brasileiro: base no equilíbrio

O Guia Alimentar para a População Brasileira, divulgado pelo Ministério da Saúde, reforça os princípios de alimentação saudável baseados em:

  • Variedade, moderação e equilíbrio;
  • Privilegiar alimentos in natura ou minimamente processados, especialmente vegetais, cereais, leguminosas e frutas;
  • Construir refeições com diversidade, como o clássico “arroz e feijão” acompanhados de legumes, verduras e frutas.

Dicas práticas para uma rotina alimentar saudável e sem culpas

  • Planeje suas refeições: reservar um tempo para preparar opções saudáveis evita decisões impulsivas e estressantes.
  • Atente-se à hidratação: beber água ao longo do dia é fundamental; estimativas como 30 ml por kg de peso (ou cerca de 8 copos) são orientações comuns.
  • Consuma frutas e vegetais diariamente: a OMS recomenda pelo menos 400 gramas por dia — mais do que isso traz ainda mais benefícios, inclusive reduzindo risco de doenças crônicas.
  • Reduza sal, gorduras saturadas e açúcares livres, conforme orientações da OPAS/OMS: menos de 10 % das calorias diárias de açúcares livres (ideal abaixo de 5 %), gorduras saturadas abaixo de 10 % e trans abaixo de 1 %, além de sódio máximo de 2 g (5 g de sal) diários.
  • Pratique mindful eating: saboreie com atenção plena, sem multitarefas ou pressa.
  • Busque orientação personalizada: nutricionistas focados em nutrição comportamental respeitam seus hábitos, cultura e suas emoções na alimentação.

Tudo é uma questão de escolha

Comer sem culpa não é apenas um luxo, mas um caminho essencial para uma rotina alimentar sustentável e mentalmente saudável. Ao integrar prazer, equilíbrio, consciência emocional e escolhas informadas, criamos uma relação alimentar mais leve, sustentável e autêntica — longe de rótulos e ditaduras dietéticas.

E você, como equilibra prazer e saúde no seu dia a dia? Tem alguma estratégia que funciona bem no seu cotidiano?

Qual a relação entre anabolizantes e colesterol?

Quando se fala em anabolizantes, muita gente pensa apenas em músculos saltando na camisa e performance acelerada. Mas o que quase nunca aparece no papo é o efeito colateral silencioso que essas substâncias causam no corpo. Entre os principais alvos, o colesterol ocupa lugar de destaque.

O impacto dos anabolizantes no colesterol

Anabolizantes são substâncias que se parecem com a testosterona. Por isso, acabam sendo usados como atalho para ganhar massa muscular ou melhorar a performance esportiva. O problema é que, enquanto fazem o músculo crescer, bagunçam o sistema cardiovascular.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), eles reduzem significativamente o HDL, conhecido como colesterol bom, e aumentam o LDL, o colesterol ruim. Esse desequilíbrio abre caminho para a formação de placas nas artérias e aumenta o risco de problemas cardíacos.

Um efeito dominó metabólico

A SBEM alerta ainda que o uso frequente de anabolizantes pode causar resistência à insulina, favorecer o acúmulo de gordura visceral e levar ao quadro de síndrome metabólica. Essa condição é perigosa porque reúne vários fatores de risco, como pressão alta, alterações na glicose e desequilíbrios no colesterol — um combo que aumenta de forma expressiva as chances de infarto e AVC.

O que dizem os estudos

Um estudo publicado na revista Sports Medicine Open analisou 92 praticantes de musculação e revelou a alta prevalência de uso combinado de anabolizantes, insulina e hormônio do crescimento. Entre os usuários, foram observadas alterações significativas no perfil lipídico e hepático, incluindo queda expressiva no HDL, aumento das enzimas ALT e AST e mudanças no metabolismo de gorduras.

Outro levantamento, publicado na Reviews in Endocrine and Metabolic Disorders, reforça os efeitos crônicos dos anabolizantes: redução do colesterol HDL, elevação do LDL, resistência à insulina e maior acúmulo de gordura visceral. O estudo ainda destaca que, mesmo após a interrupção do uso, o organismo pode manter alterações hormonais e inflamatórias que perpetuam os riscos cardiovasculares.

Fígado sobrecarregado

Além do coração, o fígado também sofre. Os estudos mostram que o uso dessas substâncias pode desregular enzimas hepáticas, deixando o órgão sobrecarregado e menos eficiente. É como se o sistema de filtragem do corpo passasse a trabalhar em “modo emergência” sem nunca ter pedido isso.

Mais do que músculos

No fim das contas, anabolizantes prometem força, volume e resultado rápido; mas, na prática, entregam um pacote de riscos: colesterol desregulado, fígado sobrecarregado, hormônios em desequilíbrio e até casos de infarto precoce em pessoas com menos de 40 anos, sem histórico familiar.

O caminho que funciona

Se o objetivo é saúde de verdade e um corpo que aguente o tranco por muito tempo, o caminho continua sendo o mais simples: treino consistente, sono de qualidade e alimentação equilibrada.

Essa tríade pode não ser tão “instantânea” quanto uma ampola, mas entrega resultados sólidos, sustentáveis e sem o peso de uma conta alta para o coração.

Com informações da Agência Brasil.

Por que Madonna será sempre a Rainha do Pop?

Aos 67 anos, intensa e provocativa, a cantora segue como referência para a música pop atual. Seus trabalhos – além de clássicos – permanecem modernos e contemporâneos; um paradoxo que só ela poderia nos proporcionar.

Recordes históricos

Como uma autêntica leonina, Madonna nunca deixou de ser (ou de querer ser) o centro das atenções. Sua busca incessante por estar no lugar que lhe pertence – o topo dos rankings – nos traz números e recordes difíceis de serem superados:

Coletânea mais vendida da história – A coletânea The Immaculate Collection (1990) vendeu mais de 30 milhões de discos em todo o mundo.

Artista mulher mais vendida da história – De acordo com o Guinness Book, Madonna é a mulher que mais vendeu discos na história, sendo superada apenas por Elvis Presley, The Beatles e Michael Jackson.

Artista mais remixada da história – Ainda segundo o Guiness Book, nenhuma outra artista ganhou mais remixes com suas músicas.

A lista é imensa e esses são apenas alguns exemplos.

Ativista pelas causas LGBTQIAPN+

Em 1989 – durante a epidemia de HIV, considerado preconceituosamente por conservadores como o “câncer dos gays” – Madonna lançou o álbum Like a Prayer.

Junto ao disco, foi incluído um panfleto sobre o HIV, que levava não só informações importantes de prevenção e medidas como também afirmava que pessoas com o vírus mereciam compaixão independentemente de sua orientação sexual.

Em shows, clipes e vários outros projetos da cantora, gays, lésbicas, drag queens, transsexuais e diversos outros LGBTQIAPN+ sempre tiveram espaço para brilhar ao seu lado.

Clipes icônicos

A linguagem dos videoclipes foi sendo criada e “traduzida” por Madonna ao longo das décadas. Like a Virgin (1984), Papa Don’t Preach (1986), Justify My Love (1990) e Erotica (1992), além de polêmicos, nos dão uma verdadeira aula sobre narrativa audiovisual.

Combate ao etarismo

Não fosse suficiente tudo o que já construiu, a diva pop segue levantando bandeiras, gerando discussões e fazendo o mundo refletir sobre assuntos importantes.

Madonna critica, por exemplo, a nossa relação com o envelhecimento.

Segundo o Relatório Mundial a respeito do Idadismo, feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o etarismo compreende “estereótipos (como pensamos), preconceitos (como nos sentimos) e discriminação (como agimos) direcionadas às pessoas com base na idade que têm”.

Ao longo dos anos, Madonna vem escutando cada vez mais comentários preconceituosos a respeito do seu amadurecimento. Enquanto homens recebem elogios como “Envelheceu como vinho”, “Só melhora com a idade”, mulheres precisam enfrentar críticas do tipo: “Ridícula”, ” Não aceita a idade”, “Se veste como adolescente”, “Não sabe envelhecer”.

Para essas pessoas, nossa diva tem algo a dizer:

“A coisa mais controversa que já fiz foi continuar por aqui”. (Madonna)

Golpe do WhatsApp é o mais aplicado no Brasil; conheça os principais e saiba como evitá-los

Os golpes do WhatsApp, das falsas vendas e da falsa central/falso funcionário de banco foram as principais armadilhas aplicadas em clientes de bancos no ano passado, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

“Em um mundo cada vez mais digital e interconectado, a criatividade dos criminosos não conhece limites. A cada dia, novas tentativas de golpes surgem, visando enganar e prejudicar a população”, alerta a entidade.

Os golpes bancários mais aplicados no Brasil

PosiçãoTipo de golpeReclamações
1Golpe do WhatsApp153 mil
2Falsas vendas150 mil
3Falsa central105 mil
4Pescaria digital, o chamado Phishing33 mil
5Falso investimento31 mil
6Troca de cartão19 mil
7Envio de falso boleto13 mil
8Devolução de empréstimo8 mil
9Mão fantasma5 mil
10Falso motoboy5 mil

Golpe do Whatsapp

O golpe do WhatsApp acontece quando criminosos tentam clonar a conta de WhatsApp da vítima. A Febraban orienta a habilitar, no aplicativo, a opção “Verificação em duas etapas”. Desta forma, é possível cadastrar uma senha que será solicitada periodicamente pelo aplicativo.

Nesse tipo de golpe, o criminoso tenta cadastrar o WhatsApp da vítima em outro aparelho. Para obter o código de segurança que o aplicativo envia por SMS sempre que é instalado em um novo dispositivo, o falsário envia uma mensagem se fazendo passar por algum tipo de serviço de atendimento ao cliente. Nessa mensagem é solicitado o código para a vítima.

Falsa venda

No golpe de falsa venda, os criminosos criam páginas falsas que simulam e-commerce, enviam promoções inexistentes por e-mails, SMS e mensagens de WhatsApp e investem na criação de perfis falsos de lojas em redes sociais

A orientação é ficar atento a falsas promoções ou a preços praticados muito abaixo dos cobrados pelo comércio. Também é importante tomar cuidado com links recebidos em e-mails e mensagens e dar preferência aos sites conhecidos para as compras.

Falsa central bancária

Já no golpe da falsa central bancária ou falso atendente, os criminosos se passam por funcionários do banco ou empresa com a qual o cliente tem um relacionamento ativo. Geralmente, nesse contato, o estelionatário diz haver algum tipo de problema na conta ou relata alguma compra irregular.

A partir daí, solicita os dados pessoais e financeiros da vítima e orienta que realize transferências alegando a necessidade de regularizar problemas na conta ou no cartão.

Nesses casos, a Febraban orienta o cliente a sempre verificar a origem das ligações e mensagens recebidas contendo solicitações de dados.

“Os bancos podem entrar em contato com os clientes para confirmar transações suspeitas, mas nunca solicitam dados pessoais, senhas, atualizações de sistemas, chaves de segurança, ou ainda que o cliente realize transferências ou pagamentos alegando estornos de transações. Ao receber uma ligação suspeita, o cliente deve desligar, e de outro telefone, deve entrar em contato com os canais oficiais de seu banco”, diz a entidade.

Phishing

No caso do phishing, ou pescaria digital, a fraude é praticada mediante o envio de links suspeitos contendo vírus que capturam os dados pessoais das vítimas. Esse envio pode ser feita por meio de e-mails de mensagens falsas que induzem o usuário a clicar em links suspeitos

A orientação é nunca clicar em links recebidos por mensagens e manter os aplicativos de antivírus sempre atualizados.

Falso Investimento

O golpe do falso investimento geralmente é praticado por meio da criação de sites de empresas de fachada e perfis em redes sociais para atrair as vítimas e convencê-las a fazerem investimentos altamente lucrativos e rápidos. Por isso, é importante desconfiar de promessas de rendimentos ou retornos muito acima daqueles praticados no mercado.

Troca de cartão

O golpe da troca de cartão geralmente ocorre quando golpistas que trabalham como vendedores trocam o cartão na hora de devolvê-lo, após uma compra. Eles prestam atenção na senha digitada na maquininha de compra e depois fazem compras com o cartão do cliente.

Fonte: Agência Brasil

Review: fone i2go 300 é bom? Fiz o teste; saiba se vale a pena comprar

Para você que está pensando em comprar o headphone bluetooth BASS 300 i2GO com microfone integrado, duração de até 10h de bateria, entrada cartão micro-SD e auxiliar, aqui vão as minhas impressões de uso ao longo dos últimos meses.

Luzes indicativas podem melhorar

Já faz alguns meses que comprei esse headphone (desde novembro de 2024) e são poucas as queixas que tenho sobre ele.

Basicamente, o que não gosto no modelo BASS 300 i2GO são as luzes indicativas do aparelho. Apesar de funcionarem normalmente – azul quando está ligando e vermelha quando está desligando -, depois de alguns minutos de uso, a gente não sabe se o fone está ligado ou desligado.

Por exemplo: você acabou de ligar headphone e começa a usá-lo, mas por alguma razão, precisa sair e deixá-lo de lado por algum tempo. Ao voltar, não há nenhum sinal do status de funcionamento.

As luzes se apagam e você não sabe se o fone está desligado ou não. Eu, por exemplo, já desliguei várias vezes, achando que o aparelho estava desconectado quando, na realidade, ele ainda estava funcionando.

Botões rígidos e pouco amigáveis

Esse é um recurso do headphone bluetooth BASS 300 i2GO que pouco utilizo.

Os botões físicos, que ficam na lateral do fone esquerdo, são bem pequenos, rígidos e têm 4 funções básicas: liga / desliga, pause, avançar e retroceder. Por serem pouco amigáveis, uso apenas o liga / desliga.

Tecnologia dual connect

Após meses de uso, posso dizer que as vantagens do headphone bluetooth BASS 300 i2GO são significativamente superiores aos seus pontos fracos, o que define o modelo como uma ótima opção de compra, caso você esteja disposto(a) a pagar um pouco mais pelo aparelho.

A tecnologia dual connect, por exemplo, é um diferencial que facilita bastante a vida do usuário. Com ela, você pode conectar o fone em dois dispositivos simultaneamente.

Ou seja, você não precisa desconectar do seu notebook se quiser ouvir algo no seu smartphone, por exemplo.

Isolamento acústico

Os alto-falantes dinâmicos, com 40mm, proporcionam sons graves e potentes que deixam você imerso em qualquer áudio que esteja ouvindo.

Além disso, as almofadas acolchoadas são macias, cobrem toda a orelha de maneira confortável e proporcionam um isolamento acústico significativo. É ideal para quem trabalha em ambientes barulhentos e precisa de um pouco mais de concentração, que é o meu caso.

A qualidade do material que cobre as almofadas acolchoadas também é de uma qualidade superior. Já tive modelos de outras marcas que o couro sintético começou a descascar. Admito que comprei o BASS 300 i2GO com essa preocupação, mas até agora, os fones estão em perfeito estado.

Arco regulável e firme

Esse modelo de headphone possui arco regulável com vários níveis para um ajuste mais adequado e melhor fixação.

Eu, por exemplo, utilizo muito durante meus treinos na academia. Por fazer vários movimentos, em diferentes equipamentos, sinto que há pressão suficiente de forma que sei que o headphone não vai cair.

Além disso, ele é dobrável, sendo mais fácil de guardar por ser menos volumoso, diminuindo também o risco de quebras.

Uso sem bateria

Para finalizar, o headphone BASS 300 i2GO se conecta a qualquer dispositivo compatível com o Bluetooth 5.1, trazendo maior velocidade e alcance.

Mas digamos que você esqueceu de recarregar a bateria – que tem duração de até 10h de músicas e ligações. O modelo conta com entrada 3,5mm e cabo auxiliar para conectar o headphone ao seu dispositivo. A qualidade de áudio segue a mesma.

Como Água para Chocolate: série da Max é um banquete audiovisual | Review

Uma nova adaptação de Como Água Para Chocolate está disponível no streaming Max. A série, protagonizada pelos atores Azul Guaita e Andrés Baida, traz uma mistura de romances proibidos, comidas deliciosas e muito (eu disse MUITO) drama.

Para quem não conhece, a série é baseada no livro homônimo, da autora mexicana Laura Esquivel, e conta a história de amor entre Tita de la Garza (Azul Guaita) e Pedro Múzquiz (Andrés Baida), dois jovens que se conhecem na infância e que crescem profundamente apaixonados.

Por conta de uma tradição familiar, Tita é impedida de casar com Pedro. Seu destino, como filha caçula, deverá ser o de cuidar da mãe, Elena (Irene Azuela), pelo resto da vida.

Com a proibição, Elena propõe que Pedro se case com sua filha mais velha, Rosaura (Ana Valeria Becerril).

Pedro aceita o casamento com o pretexto de ficar mais próximo de Tita.

Sabores e sensações

Com sabores, aromas e texturas do universo culinário (Tita nasceu na cozinha de casa), os personagens vivem suas tramas sob a influência do realismo mágico.

Para quem leu o livro e é apaixonado pela obra como eu, a série produzida pela Max / HBO é um banquete!

Dirigida por Julián de Tavira e Analorena Perezríos, a versão televisiva consegue trazer, com riqueza, as sensações proporcionadas pelas receitas feitas por Tita.

Essas, por sua vez, vão costurando a narrativa, dando o tom mágico e encantador que a trama possui.

Amor a la Mexicana

A história se passa durante a Revolução Mexicana e aborda a luta das mulheres no país para controlar, na medida do possível, seus próprios destinos.

Para quem gosta de novelas, estilo dramalhão da Televisa, Como Água para Chocolate tem todos os ingredientes.

A grande diferença aqui talvez seja porque, por ter apenas 6 episódios – diferente de uma telenovela que chega facilmente aos 140 capítulos -, a série tem condições de trazer uma qualidade técnica típica de cinema.

Os cenários e paisagens são muito bem explorados pela fotografia, assim como os closes de câmera que ressaltam olhos, bocas, contornos e silhuetas dos personagens.

A trilha sonora é outro destaque; o telespectador é transportado àquele universo latino, que se passa no início do século XX, mas sem deixar de ser atual e contemporânea.

Curiosidade

Como Água para Chocolate tem a sua versão em filme. A produção é de 1992, teve direção de Alfonso Arau e roteiro da autora do livro, Laura Esquivel.

Quem sente falta da era da desconexão?

Eu sou da geração Millennial, ou seja, sou daquela leva que nasceu entre o início dos anos 1980 e primeira metade da década de 1990. Somos também chamados de Geração Y.

Quem é dessa época teve a chance, e o privilégio, de acompanhar na juventude a evolução acelerada das principais tecnologias usadas atualmente: internet, computadores, smartphones, etc.

Somos da última geração que precisou de soluções analógicas para resolver questões do dia a dia, como recorrer à lista telefônica (famosa por suas páginas amarelas), coleções de enciclopédias para responder perguntas sobre Ciências, História e outras disciplinas; além de esperar ansiosamente por transmissões de TV ou de rádio para conferir shows e entrevistas de nosso interesse.

Quando (mais) jovem, o mundo da tecnologia me fascinava. Um dos meus hobbies, inclusive, era criar sites em HTML, hospedar no Vila Bol (é o nooooovo!) e depois derrubar tudo para construir uma nova página do zero. Esse gosto, inclusive, se refletiu posteriormente na minha trajetória profissional – assunto para outra publicação.

Meu objetivo aqui não é ser saudosista. Até porque acho a praticidade de termos tudo a um clique muito conveniente. No entanto, há dias – como hoje – em que me pego pensando em como seria ficar muito tempo desconectado.

Consegue imaginar como seria ficar um mês inteiro sem ler alguma manchete, sem ver algum vídeo ou sem ler qualquer comentário nas redes sociais?

Vivemos tão excessivamente conectados que cogitar essa hipótese parece até inviável. Afinal, como realizar um pagamento sem lançar mão do celular? Como assistir televisão sem comentar nas redes o que acabou de passar na telinha? Como combinar um passeio no fim de semana se os amigos se recusam a atender uma ligação?

Tudo isso sempre foi possível na era analógica sem grandes problemas.

Pagamento? Só em dinheiro vivo.

Comentar o que aconteceu na TV? A gente ficava elaborando todos os argumentos e guardava todas as melhores observações para compartilhar na roda de conversa que se formaria na escola.

Combinar um passeio? Me vejo facilmente pendurado no telefone fixo – aquele com fio encaracolado e teclado para discar.

A era analógica tinha seu charme (ou seria encanto?). Era mais difícil seu chefe lhe importunar no fim de semana, cobrando aquele relatório que deveria ser entregue na segunda-feira. Encontrar os amigos na balada só depois de combinar previamente; e chegar a um local desconhecido exigia um jogo de cintura que só nós millennials aprendemos a ter.

Essa nostalgia bate por alguns poucos minutos, mas logo passa. Afinal, o passado é referência; e o futuro a Deus pertence.

Vou ficando por aqui. Preciso ir. Tenho 13 notificações não respondidas no WhatsApp…

TV Verdes Mares: a história da repórter Marina Alves vai virar filme

A história da repórter Marina Alves vai virar filme na telinha da Rede Globo. A TV Verdes Mares (TVM), do Sistema Verdes Mares (SVM) e afiliada da TV Globo, venceu uma competição nacional entre afiliadas da emissora.

Para quem não lembra da história de Marina, durante seu tratamento contra o câncer, enquanto procurava um doador de medula óssea, ela descobriu a existência de uma irmã biológica.

A conquista surge em contexto de datas importantes. Em 2025, a Globo faz 60 anos e a TV Verdes Mares faz 55 anos.

“Essa história tem tudo a ver com nosso pensamento, Marina é repórter da Verdes Mares com reportagens nacionais também e essa história dela que continua lutando pela vida é uma inspiração”, afirma Fábio Ambrósio, diretor de Programação e Entretenimento do SVM.

O projeto vencedor será exibido nacionalmente na Tela Quente em 2025.