Como não levar as situações da vida para o lado pessoal

Entre as várias definições de diálogo, uma delas descreve: “Discussão ou negociação entre duas ou mais partes, geralmente com vista a um acordo”. Atenção a este último trecho: “com vista a um acordo”.

Quantos de nós achou estar num diálogo, mas acabou percebendo que estava diante de um monólogo? Quantas vezes nos vimos numa discussão acalorada – num pretenso diálogo – para, ao final, percebermos que o outro não está nem um pouco interessado em nos ouvir, mas apenas disposto a despejar suas angústias, frustrações, medos ou inquietações em cima de nós, numa tentativa – talvez inconsciente – de nos fazer mudar de opinião.

Se o outro lado não concorda com o objeto da discussão (e você aí, inocente, querendo diálogo), há duas saídas bem comuns: mostrar o próprio ponto de vista e tentar convencer a outra parte de que os seus argumentos fazem sentido ou seguir a filosofia “melhor ter paz a ter razão”.

Qual caminho você costuma escolher?

Identificar as nuances envolvidas nesse tipo de situação requer atenção, amadurecimento e prática constante.

Nem tudo é pessoal

Recentemente, assisti a um TED Talk muito interessante. Nele, o palestrante Frederik Imbo relata por que decidiu ser juiz de futebol nas horas vagas e como isso o ajudou a não levar as situações para o lado pessoal, ganhando qualidade de vida e melhorando suas relações.

Com muito bom humor e bastante didática, Imbo nos ensina a viver o cotidiano como um jogo de cara e coroa. Para o juiz de futebol belga, nós temos duas opções:

  1. Encarar de forma impessoal e buscar entender a intenção da outra pessoa;
  2. Encarar de forma pessoal e ter empatia consigo mesmo.

Esse exercício de empatia parece simples, mas Imbo nos mostra como a prática é desafiadora, já que o ego pode nos sabotar. No entanto, se mantivermos sempre essas duas perspectivas em mente, o caminho pode vir a ser menos doloroso.

Que tal tentar?

O vídeo abaixo possui legendas automáticas; basta ir nas configurações e selecionar em português.

O que é e como funciona o Modo Anônimo no Google Chrome?

O Modo Anônimo do Google Chrome é uma ferramenta de privacidade. O objetivo é evitar o compartilhamento de dados ou deixar rastros em dispositivos de terceiros, principalmente aqueles que são compartilhados como computadores no trabalho, na escola, na casa de um amigo ou mesmo de um familiar, por exemplo.

Ao acessar um site pelo seu computador ou celular no modo de navegação normal, o Google Chrome armazena informações para agilizar uma próxima visita àquele domínio. Esse armazenamento inclui histórico de navegação, senhas, cookies, registro de arquivos baixados, entre outros dados.

No Modo Anônimo, o Chrome não salva seu histórico de navegação, cookies e dados do site ou informações inseridas em formulários. Arquivos de download e favoritos criados são mantidos.

Como usar o Modo Anônimo

Abra uma nova aba do Google Chrome, clique em “Mais” (três pontinhos) e selecione “Nova janela anônima” (ou através da combinação de teclas “Ctrl + Shift + N”). Pronto! Você já pode navegar sem que os dados sejam armazenados.

O que o Modo Anônimo NÃO salva

  • Cookies e dados de sites;
  • Informações inseridas em formulários;
  • Permissões concedidas a sites;
  • Histórico de navegação.

Outros navegadores como Mozilla Firefox, Microsoft Edge, Opera e Apple Safari também possuem o mesmo recurso, mas com outros nomes.

WhatsApp ganha um novo app para Windows

Já está disponível para download o novo app WhatsApp para Windows. O novo app para computador carrega mais rápido e tem uma interface conhecida tanto para usuários do sistema operacional como do WhatsApp. Com a nova versão, é possível organizar chamadas de vídeo em grupo com até oito pessoas e de áudio com até 32.

Os recursos anunciados pela plataforma não estão na versão web (ou seja, de navegador), mas para o app de desktop. O WhatsApp anunciou ainda que pretende lançar em breve uma nova versão do mensageiro para macOS; mas o programa ainda está em fase de testes.

O WhatsApp anunciou também que, em breve, usuários poderão usar o mensageiro em tablets com Android – uma versão beta para esses dispositivos está sendo testada. O WhatsApp não informou a partir de qual Android vai funcionar.

Hora do Planeta convoca Brasil a apagar as luzes

Na noite de 25 de março, às 20h30, luzes serão apagadas em diversos pontos do país, para chamar a atenção da sociedade sobre a crise climática. O apagão faz parte da Hora do Planeta, evento promovido anualmente pela organização ambientalista não-governamental WWF.

A proposta é que indivíduos, grupos e empresas apaguem as luzes por 60 minutos, para pensar em como cuidar do planeta. Limpar a praia, plantar uma árvore, se engajar em movimentos comunitários ou simplesmente reunir os amigos no momento de desligar a energia elétrica são maneiras de aderir ao movimento.

Segundo a WWF, qualquer pessoa, em qualquer lugar, pode participar da mobilização. Apoiadores em mais de 190 países e territórios participam do evento, que acontece no Brasil desde 2009.

Mapa de visibilidade

De acordo com Giselli Cavalcanti, analista de engajamento do WWF-Brasil, a Hora do Planeta tem mais de 400 eventos programados pelo país, tanto virtuais quanto presenciais.

Este ano, a WWF-Brasil ofereceu um mapa de visibilidade dessas ações, que podem ser consultadas no site da instituição. “O objetivo é que, em um esforço global, a gente consiga fazer a nossa parte, mas também cobrar medidas urgentes dos governos e das lideranças para barrar a crise climática e reverter a queda da biodiversidade”, afirma Cavalcanti.

Com informações da Agência Brasil.

Plataforma usa inteligência artificial para monitorar incêndios florestais diários

Imagine combater um incêndio com imagens de satélite de dois meses atrás ou investigar a origem de uma queimada que só foi captada por essas imagens 20 dias depois de seu início.

Foram as dificuldades no dia a dia dos órgãos que fiscalizam e combatem incêndios florestais no Brasil que impulsionaram o trabalho da meteorologista Renata Libonati, pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenadora do Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais (Lasa/UFRJ).

Em vez de comparações de fotos com mais de um mês de diferença, o projeto criado por ela, a plataforma Alarmes, oferece atualizações diárias, calculadas por inteligência artificial por meio de fotos tiradas do espaço.

Falta apoio

A plataforma foi desenvolvida com recursos de um edital do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) de 2018. Desde 2020, porém, o trabalho conta apenas com o apoio de organizações não governamentais estrangeiras, a Wetlands International e o Greenpeace. Renata Libonati considera bastante preocupante a falta de recursos públicos no projeto.

“O custo do laboratório tem duas vertentes: a primeira são os recursos humanos. O sistema não tem nenhum técnico da universidade trabalhando nisso. Sou eu, como professora, e uma dezena de pessoas trabalhando, alunos, com bolsas, para que mantenham o sistema. E todo esse monitoramento precisa de um aparato computacional muito grande que nós não temos. O que fazemos é alugar tempo e máquina na nuvem para que o sistema funcione. E não é barato processar dados do Brasil todo, todos os dias”, explica a professora.

Homenagem

Renata Libonati foi homenageada pela empresa 3M como uma das oito mulheres brasileiras incluídas em uma lista de 25 pesquisadoras que estão mudando as áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática na América Latina. Docente e pesquisadora da instituição desde 2015, ela defende que a universidade pública não está descolada da realidade do país. Pelo contrário, seus pesquisadores estão buscando soluções para os problemas da sociedade.

Com informações da Agência Brasil.

O que é cache no celular?

Cache são arquivos de aplicativos e navegadores que ficam armazenados, de forma temporária, seja o aparelho iPhone (iOS) ou Android.

O cache funciona como um tipo de memória rápida para agilizar o acesso aos serviços do celular, já que o smartphone não precisa baixar arquivos novamente, pois os dados estão armazenados. Dessa forma, os aplicativos são carregados mais rapidamente, economizando dados móveis.

Vale destacar que arquivos de cache ocupam o armazenamento do aparelho; limpar o cache de navegadores e aplicativos pode ser uma boa alternativa para quem está com problemas de espaço no celular.

Experimento científico: professor universitário vai passar 100 dias debaixo d’água

Um professor da Universidade do Sul da Flórida está vivendo debaixo d’água desde o início de março; ele busca permanecer em sua morada subaquática durante 100 dias como parte de um estudo biológico único.

Joseph Dituri, também conhecido nas redes sociais como “Dr. Deepsea”, está examinando como o corpo humano lida com os efeitos de longo prazo de permanecer submerso em pressão extrema enquanto vive em um habitat de 30 metros quadrados e a 9 metros abaixo da superfície.

“Vivendo em meu habitat submarino pelos próximos 100 dias”, Dituri anunciou em vídeo na sua conta do Instagram, quando iniciou a jornada.

Se Dituri atingir sua meta de 100 dias de vida submarina, ele vai bater o recorde atual que é de 73 dias e pertence a dois professores do Tennessee, que alcançaram o feito em 2014.

Durante sua missão, uma equipe médica vai mergulhar com frequência para verificar a saúde de Dituri, que tem 55 anos. Alguns dos testes que devem ser executados durante e após o estudo incluem exames de sangue, ultrassons e eletrocardiogramas.

Com informações do New York Post.

Abertas 635 vagas para cursos profissionalizantes gratuitos

A Prefeitura de Fortaleza abre, nesta segunda-feira (20), novas inscrições para os cursos profissionalizantes do Programa Fortaleza + Futuro que serão realizados no mês de abril.

Em parceria com o Senac/CE e com o Senai/CE, estão sendo ofertadas, gratuitamente, 635 vagas para cursos com carga horária entre 16h/a e 400h/a. A iniciativa, coordenada pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Econômico (SDE), busca fomentar a geração de emprego e renda na cidade.

As inscrições podem ser feitas no site Mais Futuro até dia 24 de março ou até que sejam preenchidas as vagas de cada modalidade.

Os cursos – oferecidos em turmas presenciais – são nas áreas de moda, gastronomia, saúde, beleza, gestão e tecnologia da informação. As aulas serão ministradas nas unidades do Senac Ceará e do Senai Ceará, além de equipamentos da SDE, e ao final do curso os alunos recebem certificado gratuito.

Documentos necessários

Os interessados devem apresentar documento oficial com foto (RG), CPF, comprovante de escolaridade e de residência. Os cursos são destinados para moradores de Fortaleza a partir dos 16 anos. Além da documentação, é necessário seguir alguns requisitos que mudam de acordo com o curso escolhido.

Além do site Mais Futuro, as inscrições podem ser realizadas na sede da SDE, nas unidades do Sine Municipal (Aldeota, Otávio Bonfim, Parquelândia e Siqueira), das 8h às 12h e das 13h às 17h.

Serviço

Programa Fortaleza + Futuro
Telefone: 0800 222 3656
WhatsApp: (85) 98403-9559 (não recebe ligações)
E-mail: maisfuturo@sde.fortaleza.ce.gov.br

Pontos de inscrição presencial

  • Secretaria Municipal do Desenvolvimento Econômico – SDE (Rua Tibúrcio Cavalcante, 1233 – Aldeota)
  • Sine Municipal Otávio Bonfim – Avenida Bezerra de Menezes, 459
  • Sine Municipal Parquelândia – Avenida Jovita Feitosa, 1264
  • Sine Municipal Siqueira – Avenida Augusto dos Anjos, 2458
  • Sine Municipal Aldeota – Avenida Santos Dumont, 2500 – Loja 17 (esquina com rua Tibúrcio Cavalcante)

Público volta a frequentar salas de cinema em 2022

Após a quase paralisação em 2020, por causa da pandemia de covid-19, e uma retomada tímida em 2021, ainda sob forte impacto da crise sanitária do novo coronavírus, as salas de cinema do Brasil voltaram a receber um público considerável no ano passado.

Os dados preliminares do setor, divulgados pela Agência Nacional do Cinema (Ancine), mostram um aumento de 82% no público de 2022, na comparação com o ano anterior, com 95,1 milhão de pessoas. Em renda, o aumento foi de 98,8%, chegando a R$ 1,8 bilhão.

Na comparação com 2019, ano referência antes da pandemia, 2022 apresentou queda de 46,5% no público e de 35,4% na renda total. Na evolução do número de salas de exibição, 2022 (3.401 salas) chegou próximo ao patamar de 2019 (3.507 salas). Em 2020, a Ancine registrou 1.860 salas em funcionamento e em 2021 o número saltou para 3.266.

A agência destaca que a participação dos filmes brasileiros ficou abaixo da média, com 4,2% do público e 3,9% da renda. Porém, houve melhora na comparação com 2021, quando a participação nacional representou apenas 1,8% da bilheteria.

No ano passado, os cinco filmes brasileiros mais vistos no cinema foram:

  1. Turma da Mônica: Lições, com público de 542,6 mil pessoas;
  2. Tô ryca! 2 (515,2 mil);
  3. Detetives do Prédio Azul 3 (424,6 mil);
  4. Medida Provisória (407,4 mil);
  5. Eduardo e Mônica (389 mil).

De acordo com a Ancine, os números ficaram bastante abaixo do último sucesso nacional de bilheteria, o recordista Minha Mãe é Uma Peça 3, lançado no final de 2019, que em menos de um mês foi visto por 8,6 milhões de espectadores e alcançou bilheteria de R$ 137,8 milhões. O recorde anterior era de Minha Mãe é Uma Peça 2, de 2016, com público de 9,2 milhões de pessoas e arrecadação de R$ 124,6 milhões.

Blockbusters

No ano passado, o mercado de cinema foi dominado pelos grandes lançamentos internacionais. Os filmes mais vistos em 2022 foram:

  1. Doutor Estranho no multiverso da loucura (8,3 milhões de pessoas);
  2. Minions 2: a origem de Gru (6,9 milhões);
  3. Avatar: o caminho da água (6,7 milhões);
  4. Thor: amor e trovão (6,3 milhões);
  5. Batman (5,8 milhões).

No total, as salas de cinema exibiram 652 longas-metragens no ano passado, sendo 244 brasileiros e 408 estrangeiros. Os lançamentos somaram 385 longas-metragens, com 173 brasileiros e 212 estrangeiros, e sete filmes tiveram lançamento em mais de 2 mil salas, quando em 2021 foram apenas dois.

Com informações da Agência Brasil.