Revenger Ultra U9: smartwatch estilo Apple Watch Ultra, vale a pena comprar? | Review

O Revenger Ultra U9 é um smartwatch que chama atenção logo de cara pelo visual robusto e pela proposta de entregar muitos recursos por um preço acessível. Testei o modelo por alguns dias e, neste artigo, você confere uma análise honesta sobre design, bateria, sistema, aplicativo, pontos positivos e limitações.


⚠️ Importante antes de tudo: resistência à água ≠ à prova d’água

O primeiro ponto que precisa ficar muito claro é que o Ultra U9 não é à prova d’água.

Ele possui apenas resistência à água, o que significa que:

  • Aguenta respingos
  • Pode ser usado para lavar as mãos
  • Suporta suor e chuva leve
  • Não é indicado para banho, piscina ou mergulho

Essa diferença é essencial para evitar danos e frustrações no uso diário.


Design e construção: robustez que inspira confiança

Apesar da tela ter 2,2 polegadas, o relógio conta com uma caixa de 49mm, com visual claramente inspirado no Apple Watch Ultra.

Esse tamanho pode dividir opiniões. Para mim, passou sensação de força, segurança e durabilidade. Para algumas pessoas, pode parecer grande demais

Durante os treinos

Em atividades físicas, o tamanho da caixa pode atrapalhar dependendo:

  • Do tipo de exercício
  • Da pegada ou apoio do pulso

Durante meus testes, por exemplo, em alguns aparelhos eu tive que usar relógio virado no pulso para não atrapalhar o movimento.


Pulseira e conforto no uso diário

A pulseira do Ultra U9 é:

  • Prática
  • Resistente
  • Com fecho inspirado em relógios esportivos tradicionais

Apesar da cor laranja chamativa, ela se mostrou:

  • Bastante versátil
  • Fácil de combinar com looks esportivos
  • Confortável mesmo em uso prolongado

No geral, a pulseira passa mais segurança do que outros modelos similares.


Bateria: carregamento rápido e boa autonomia

A bateria foi um ponto positivo: carregamento rápido, boa durabilidade no dia a dia e sem dificuldades para iniciar o uso logo após a compra

Durante os testes, não tive problemas com recarga nem com consumo exagerado no próprio relógio.


Sistema e recursos de saúde

Os recursos do sistema são idênticos a outros smartwatches da mesma categoria, incluindo: monitoramento de batimentos cardíacos, pressão arterial, exercícios físicos e monitoramento do sono

Nada muito inovador, mas tudo dentro do esperado para a proposta do produto.


Mostradores (Watchfaces)

Diferente de outros modelos, o Ultra U9 veio de fábrica com apenas um mostrador. A boa notícia: após instalar o aplicativo MActivePro no seu celulr, é possível baixar pacotes com diferentes watchfaces

A parte negativa: alguns pacotes não carregaram corretamente nos meus testes. A tela de descanso animada, por exemplo, apresentou erro


Integração com o celular: funcional, mas incompleta

O pareamento foi feito da forma correta (não apenas via Bluetooth, mas via aplicativo MActivePro também), no entanto, a integração não foi 100% satisfatória.

Problemas encontrados:

  • Não sincronizou mensagens
  • Não baixou a lista telefônica
  • Algumas funções ficaram limitadas

Ou seja, funciona, mas está longe de ser uma experiência fluida e confiável.


Aplicativo MActivePro: central de controle (com ressalvas)

O aplicativo MActivePro é essencial para o funcionamento do Ultra U9 e serve como a central de controle do smartwatch.

Pontos negativos:

  • Consome bastante bateria do smartphone
  • No Samsung Galaxy S24 Plus, recebi alerta de alto consumo
  • O sistema recomendou uso em segundo plano “profundo”

Exercícios no app

O app MActivePro – pelo menos na versão que eu baixei – oferece apenas 4 opções de atividade: corrida, corrida em esteira, caminhada e ciclismo.

Em compensação, após sincronizar com o aplicativo, ele carrega o histórico completo das modalidades registradas no smartwatch.


Monitoramento do sono

Aqui, o Ultra U9 surpreendeu positivamente.

O monitoramento do sono funcionou de forma consistente, registrou corretamente minha média ao longo da semana de testes e entregou dados coerentes com a rotina real


Comparativo: Ultra U9 vs RG-W59

Em termos de recursos, o Revenger Ultra U9 é muito parecido com o RG-W59.

Diferenciais do Ultra U9:

  • Sensação de maior robustez
  • Design mais imponente
  • Pulseira mais confortável e segura

Quando escolher o RG-W59?

  • Se você prefere um smartwatch mais leve
  • Se o conforto no pulso é prioridade máxima
  • No fim das contas, os dois oferecem desempenho e interface praticamente idênticos.

Conclusão: o Revenger Ultra U9 vale a pena?

O Revenger Ultra U9 é um smartwatch honesto, com visual marcante e boa construção, mas com limitações claras no aplicativo e na integração com o celular.

Tenha em mente que a escolha entre ele e modelos similares será mais estética do que funcional.

Se você busca um smartwatch robusto, com visual estilo Apple Watch Ultra, para uso básico no dia a dia e treinos leves, o Ultra U9 cumpre bem a proposta.

Smartwatch RG-W59: vale a pena comprar o modelo da Revenger? | Review

Se você está pesquisando um smartwatch barato, funcional e com recursos básicos de monitoramento, o Smartwatch RG-W59 da Revenger provavelmente já apareceu no seu radar.

Passei alguns dias utilizando o modelo e reuni aqui minhas impressões sobre desempenho, bateria, conectividade e funções de saúde; tudo de forma prática e direta. O objetivo aqui é lhe ajudar a decidir se vale ou não o investimento.


Primeiras impressões: design, bateria e uso no dia a dia

Logo de início, o RG-W59 se mostrou um relógio fácil de usar, com interface intuitiva e um design elegante, bem semelhante a modelos mais caros do mercado.

No primeiro carregamento, apesar de ter passado horas na tomada, a bateria não alcançou os 100% — parou nos 75%. Ainda assim, o consumo foi bom: apenas cerca de 30% em 24 horas de uso.

A tela de 1.732 polegadas oferece bons temas e visuais, mas o toque não é tão preciso. A fluidez do sistema e o tamanho da tela tornam alguns ícones difíceis de acionar (talvez porque tenho os dedos grandes). O visor é bastante sensível, ativando funções com toques leves, como ao caminhar ou limpar a tela, por exemplo.

Uma dica: desative o acendimento automático por movimento logo ao começar a usar o relógio. Qualquer mexida no braço acende o visor e isso pode atrapalhar quem tem sensibilidade à luz durante o sono.


Conectividade e limitações do Bluetooth

Aqui está o ponto que mais me chamou a atenção no modelo – de forma não tão positiva. Ao conectar o Bluetooth no meu celular (modelo Android), o smartwatch funcionou apenas como um alto-falante improvisado, reproduzindo áudio de vídeos do celular, com qualidade fraca mesmo no volume máximo.

Além disso, não houve sincronização de contatos, mensagens, WhatsApp ou qualquer dado do smartphone.

Outro problema foi a data e hora, que não atualizaram automaticamente. A configuração automática exibiu informações erradas e precisei ajustar tudo manualmente.

O idioma também não ficou 100% em português: mesmo alterando nas configurações, alguns elementos, como a data do visor de descanso, continuaram em inglês.


Funções de saúde: entregando o básico

Apesar de alertar claramente que não é um dispositivo médico, o RG-W59 registra passos, monitora sono e estima calorias gastas ao longo do dia.

O monitoramento do sono foi irregular: em alguns dias funcionou, em outros ficou em branco. Isso pode ter relação com o contato do sensor com a pele, já que usei a pulseira de forma mais frouxa.

O contador de passos funcionou sem qualquer configuração prévia, registrando tudo de forma simples e eficiente. O relógio ainda oferece uma lista ampla de modalidades esportivas, o que facilita acompanhar exercícios e rotinas diárias.

Sobre a pulseira: a qualidade é razoável, mas o fecho se desprendeu, deixando o ajuste mais difícil. Minha recomendação para quem pretende comprar é garantir pulseiras extras desde o início.

Lembrete importante: o smartwatch W59 não é à prova d’água! Ele possui resistência à água com classificação IP68, o que significa que ele é resistente a respingos, suor e chuva. Apesar dessa classificação, o modelo não é recomendado para uso em banhos quentes, saunas, piscinas aquecidas ou mergulhos.

A garantia do produto , geralmente, não cobre danos causados por água ou outros líquidos.


Conclusão: o Smartwatch RG-W59 vale o custo-benefício?

Se você busca um smartwatch acessível (paguei R$ 100 numa loja física), com funções básicas de saúde e boa duração de bateria, o Smartwatch RG-W59 da Revenger pode ser a porta de entrada que você procura.

Ele entrega o essencial e atende bem quem não precisa de integração avançada com smartphones.

Agora, se o que você procura é sincronização completa, mais precisão nos dados e um sistema robusto, o modelo pode deixar a desejar.

Quer ganhar um smartwatch? Veja como participar do sorteio do RG-W59

O Cansei de Ser Tech vai sortear um Smartwatch RG-W59 seminovo — o mesmo que será usado por mim durante uma semana para gravação de uma review no meu canal.

O relógio está em excelente estado, praticamente novo, mas é importante deixar claro: não se trata de um produto zero quilômetro. Ao participar, o seguidor concorda com essas condições e está ciente de que o smartwatch será entregue nas mesmas condições de uso apresentadas no vídeo de review.


🕹️ COMO PARTICIPAR

  1. Siga o perfil @canseidesertech no Instagram.
  2. Inscreva-se no canal Cansei de Ser Tech no YouTube.
  3. Espalhe a novidade e torça pra gente bater as metas! 🎯

🎯 AS METAS

O sorteio só vai acontecer quando o perfil alcançar:

  • 700 seguidores no Instagram
  • 200 inscritos no YouTube

Assim que as metas forem atingidas, a data oficial do sorteio será divulgada no Instagram.


🎁 O PRÊMIO

O prêmio é um Smartwatch RG-W59 seminovo, utilizado por uma semana para gravação de conteúdo no canal Cansei de Ser Tech. O produto será entregue ao vencedor em perfeito funcionamento, com uso leve e sem garantia de fábrica.


⚠️ SOBRE O ESTADO DO PRODUTO

  • O smartwatch não é novo. Foi usado exclusivamente para produção de conteúdo e está em ótimo estado de conservação.
  • Ao participar, o seguidor reconhece e aceita essa condição.
  • O Cansei de Ser Tech não se responsabiliza por eventuais danos, defeitos ou mau uso após a entrega do prêmio.

🗓️ DATA DO SORTEIO

O sorteio será realizado após o alcance das metas, com a data divulgada publicamente no perfil @canseidesertech.


📦 ENTREGA

O envio será gratuito dentro do território brasileiro, em até 15 dias úteis após a confirmação do ganhador.


🧩 TRANSPARÊNCIA

O sorteio será feito por uma plataforma online de forma pública e transparente.
O ganhador terá 7 dias para responder e confirmar os dados de envio.


⚠️ REGRAS GERAIS

  • Serão válidas apenas as participações que cumprirem as duas etapas (seguir no Instagram e inscrever-se no YouTube).
  • Perfis falsos ou criados apenas para sorteios serão desclassificados.
  • Este sorteio não tem vínculo com Instagram, YouTube ou a marca Revenger.

💡 DICA EXTRA

Quanto mais gente participar, mais rápido as metas serão batidas — e mais cedo o prêmio sai. Compartilhe o post e marque os amigos!

A Substância: crítica social sobre o culto à juventude

Tem filmes que chegam para provocar — e A Substância, agora disponível na HBO Max, é um desses. Se você não viu nos cinemas, essa é a chance de mergulhar nessa mistura de horror, drama e crítica social que virou um dos títulos mais comentados (e desconfortavelmente atuais) dos últimos anos.

Metáfora da vida

Logo nas primeiras cenas, o filme já entrega sua metáfora central: a câmera desliza sobre uma estrela na calçada da fama com o nome Elisabeth Sparkle — a personagem de Demi Moore. É um símbolo perfeito: o brilho do sucesso estampado no chão, pisoteado por quem passa. O glamour do passado virando pó.

Demi Moore interpreta essa ex-estrela com uma intensidade que é quase dolorosa de assistir. Ela não tenta ser simpática ou heroica — é uma mulher à beira do colapso, engolida pela própria imagem. E é impossível não perceber o espelho com a vida real da atriz: alguém que também foi ícone de beleza e sensualidade nos anos 1980 e 1990, que agora encara Hollywood de frente, sem filtros.

Beleza e repulsa

A diretora Coralie Fargeat cria um espetáculo visual. A fotografia brinca com cores saturadas — verde, rosa, amarelo e vermelho ganham tons quase plásticos, como se o mundo inteiro fosse uma vitrine — e a câmera se aproxima demais, invadindo rostos, rugas e peles como quem quer nos lembrar: “olha, isso é real”.

Mas a verdadeira virada vem quando conhecemos Sue, a versão jovem de Elisabeth, interpretada por Margaret Qualley. E aqui entra o contraste que dá força à história: Qualley surge luminosa, quase etérea, com uma presença que mistura inocência e perigo. Sua beleza é filmada com suavidade e desejo, mas também com uma ironia cruel — afinal, ela é o ideal impossível, a juventude engarrafada, o “produto” que consome quem a criou.

O jogo de câmeras reforça essa oposição: quando Demi aparece, o enquadramento é frio, estático, quase claustrofóbico. Já nas cenas com Margaret, o movimento é fluido, sedutor, cheio de vida. É o próprio cinema reproduzindo a desigualdade que o filme critica — quem envelhece perde o foco, quem é jovem ganha a luz.

Busca por relevância

No fundo, A Substância fala sobre algo que ultrapassa Hollywood. É um espelho do nosso tempo, em que cada curtida, filtro ou story é uma tentativa de permanecer relevante. Coralie Fargeat não entrega conforto — ela esfrega a vaidade e o desespero humano com estilo e ousadia, e faz isso sem pedir desculpas.

Demi Moore, por sua vez, entrega uma das melhores atuações da carreira — crua, vulnerável e sem medo do grotesco. É como se ela dissesse: “sim, eu também fui uma Sparkle, e olha o que sobrou do brilho.”

Se você curte filmes que te fazem pensar (e talvez te deixem um pouco desconfortável), A Substância é uma opção quase obrigatória. Agora que está na HBO Max, vale assistir, discutir e digerir — porque esse aqui não é só um filme sobre envelhecer, mas sobre o preço de tentar ser eterno.

Novo vírus bancário ataca usuários no Brasil via WhatsApp; saiba como se proteger

Um novo vírus bancário ataca usuários no Brasil via WhatsApp Web. A Kaspersky – empresa de segurança digital – já bloqueou mais de 62 mil ataques do novo trojan chamado Maverick — todos registrados em outubro.

Como o vírus se espalha

O Maverick se espalha por arquivos ZIP enviados no WhatsApp Web. Dentro deles, há um atalho do Windows (.lnk) que inicia a infecção.

Brasileiros são alvo

O vírus foca usuários brasileiros, identificando idioma do sistema, fuso horário, e formato de data e hora. Só depois disso o ataque continua.

A infecção acontece direto na memória do computador, o que dificulta a detecção. Ele tenta acessar bancos e corretoras de criptomoedas.

O Maverick parece ser uma evolução do trojan Coyote, detectado em 2024, e usa criptografia AES-256 para esconder os bancos-alvo.

Como se proteger

1. Desconfie de arquivos ZIP recebidos no WhatsApp;
2. Nunca clique em arquivos .lnk (atalhos);
3. Use um antivírus confiável e atualizado.

Gostou das dicas? Então, atenção redobrada! Os golpes estão cada vez mais sofisticados. Compartilhe este post e ajude mais pessoas a se protegerem.

Como escolher meu notebook? Acerte na compra do seu próximo equipamento

Para começar, saiba que não existe “notebook perfeito” — existe o notebook certo para o seu uso; mas alguns pilares definem qualidade e desempenho em qualquer máquina. Vamos te mostrar quais são:

Construção e design

Um bom notebook começa por fora:

  • Materiais duráveis (alumínio ou magnésio 👌);
  • Teclado confortável e touchpad preciso;
  • Portas modernas: USB-C/Thunderbolt, Wi-Fi 6E, HDMI.

💡 Dica: conforto e conectividade importam tanto quanto potência.

Memória RAM

A RAM é o que garante fluidez.

  • 4 GB: esquece, já era 🚫;
  • 8 GB: mínimo aceitável;
  • 16 GB: ideal para a maioria;
  • 32 GB+: para editores e criadores.

💡 Dica: prefira DDR5 para mais velocidade e longevidade.

Armazenamento (SSD)

Nada de HD! Um bom notebook precisa de SSD.

  • 256 GB → mínimo absoluto;
  • 512 GB → equilíbrio ideal;
  • 1 TB → para gamers e criadores.

💡 Dica: prefira SSD NVMe, o tipo mais rápido disponível.

Processador

O cérebro da máquina.

  • Prefira processadores de geração recente (Intel Core Ultra / Ryzen 7000+);
  • Linhas 5 → equilíbrio;
  • Linhas 7 → alta performance;
  • Linhas 9 → topo de linha.

💡 Dica: procure CPUs com NPU, já prontas para tarefas de IA.

Placa de vídeo (GPU)

Nem todo mundo precisa de uma dedicada.

Integrada → ideal para uso geral e leve;

Dedicada → essencial para games, edição e 3D. Mais potência, mas também mais calor e gasto de energia.

💡 Dica final: escolha o notebook certo para o seu uso, não só o mais caro. Equilíbrio entre construção, desempenho e conforto é o segredo.

Milho é carboidrato? Quais os benefícios?

Você já parou pra pensar quando morde uma espiga de milho: “será que isso é carboidrato? É bom ou ruim?” Calma que eu te conto tudo — e prometo: de um jeito bem simples.


O que são carboidratos? E como o milho entra nessa

Carboidratos são um dos macronutrientes que nosso corpo usa para ter energia. Tem carboidrato simples (açúcares mais “rápidos”) e carboidrato complexo (mais fibra, digestão mais lenta).

Pois bem: o milho é rico em carboidratos complexos — ou seja, ele libera energia devagar, o que ajuda a evitar aqueles picos de açúcar no sangue.

Além dos carboidratos, o milho tem fibras, vitaminas, minerais — ou seja, não é só “energia”, ele entrega outros benefícios para o corpo.


Resposta rápida: sim, milho é carboidrato — mas é um carboidrato com muitos benefícios

5 curiosidades / benefícios do milho

  1. Energia de liberação lenta
    Por ter carboidratos complexos + fibras, o milho dá energia prolongada. Ou seja: ótimo para aqueles momentos em que você quer disposição para estudar, praticar esporte ou aguentar um dia cheio.
  2. Ajuda no funcionamento intestinal
    A fibra presente no milho (especialmente a insolúvel) auxilia o trânsito intestinal, evita constipação, e ajuda a manter a flora intestinal saudável. A casca do milho, por exemplo, dá uma força aí.
  3. Proteção para os olhos
    O milho contém luteína e zeaxantina, dois carotenoides que protegem a retina contra luz azul e radiação ultravioleta, e podem ajudar a prevenir problemas como catarata ou degeneração macular.
  4. Vitaminas, minerais e antioxidantes
    Ele é fonte de vitaminas do complexo B (como tiamina, niacina), vitamina A em algumas variedades, minerais como potássio, magnésio, ferro etc. Também tem antioxidantes que ajudam a combater radicais livres.
  5. Sem glúten e versátil
    Para quem tem intolerância ou sensibilidade ao glúten, o milho é uma alternativa bacana. Também é super versátil: pode vir como milho verde cozido, pipoca, farinha, polenta, canjica, bolo etc.

Alguns “poréns” para lembrar

  • Preparações muito calóricas (com muito óleo, manteiga, açúcar) “pesam”. Lembre-se: equilíbrio é fundamental.
  • Se comer demais, mesmo alimento “bom” pode gerar excesso calórico.
  • Forma de preparo importa bastante para preservar os nutrientes (cozido, vapor, grelhado ou assado com moderação).

Energia que faz bem

Então: sim, o milho é carboidrato — mais precisamente, em grande parte, carboidrato complexo. Mas isso é coisa boa! Ele traz energia com mais qualidade, fibra, vitaminas, minerais, antioxidantes — ou seja, é um alimento que vai além do simples “dar energia”.

Videogames não são vilões: estudo mostra o que está por trás do vício em jogos

Videogame sempre foi aquele combo de diversão, desafio e escape; mas em alguns casos, esse passatempo pode virar transtorno de jogo — quando a pessoa passa a se isolar, entrar em conflito com a família e deixar responsabilidades de lado.

A dúvida é inevitável: será que os games têm culpa nisso?

Um novo estudo conduzido pelos neurocientistas Kylie Falcione e René Weber, da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, aponta que não.

Publicado no JAMA Network Open, o trabalho acompanhou 4.289 adolescentes entre 2018 e 2022, dentro do Adolescent Brain Cognitive Development Study. A ideia era entender como fatores como depressão, ansiedade, impulsividade, bullying e traumas se relacionam com o hábito de jogar.

O problema não é o controle na mão

O que a pesquisa encontrou é que o transtorno de jogo está muito mais ligado a condições pré-existentes do que a uma suposta “natureza viciante” dos videogames.

  • “As crianças que já tinham sintomas depressivos e dificuldades sociais eram mais propensas a cair em ciclos de jogo problemático”, explica Falcione.
  • Para esses jovens, os games acabam virando um jeito de lidar com os problemas — só que de forma prejudicial.
  • Weber completa: existe uma espécie de “espiral descendente”, em que os transtornos mentais agravam o vício em jogo e vice-versa. Difícil separar onde começa e onde termina.

Tirar o videogame não é solução

As descobertas também ajudam a pensar em tratamentos mais eficazes. Para Falcione, o caminho não é simplesmente proibir os jogos:

“O melhor passo é começar pelo nível da psicopatologia — identificar os problemas subjacentes. Sem tratar a raiz, os filhos podem recair ou buscar outras formas nocivas de escape.”

Hoje, estima-se que o transtorno por jogos atinja cerca de 3% dos jogadores no mundo.

Em resumo: não, o videogame não é o vilão da história. O que realmente pede atenção são os fatores emocionais e sociais que levam uma parte dos jogadores a buscar nos games um refúgio — que pode acabar virando prisão.

O poder das avaliações: como a opinião dos outros impacta nossas escolhas

Em um cenário em que a Inteligência Artificial avança rapidamente, as avaliações de consumidores tornaram-se estratégicas para influenciar decisões de compra. Elas ajudam a construir credibilidade, confiança e reputação nas plataformas de e-commerce e marketplaces.

Avaliações aumentam a probabilidade de compra
  • Produtos com avaliações têm 270 % mais chances de serem comprados do que aqueles sem nenhum review, segundo o Spiegel Research Center.
  • Um leve aumento na reputação — de apenas 0,1 ponto — pode elevar a taxa de compra em 25 %, enquanto passar de 3,5 para 3,7 estrelas pode representar até 120 % mais chances de você fazer sua escolha.
  • Curiosamente, avaliações exclusivamente positivas podem gerar desconfiança. O ideal? Uma reputação integrada, com avaliações realistas e equilibradas.
A força do “eu usei, recomendo”

No Brasil, quase oito em cada dez pessoas dizem que confiam mais em avaliações de consumidores comuns do que em comentários feitos por influenciadores ou pela própria marca. É a tal da prova social: a gente acredita mais quando alguém “como a gente” compartilha a experiência.

E não é só ler. As pessoas também querem interação: 89% dos consumidores esperam que as empresas respondam às avaliações — inclusive às negativas. Afinal, ninguém gosta de falar sozinho.

Segurança em primeiro lugar

Outra razão que faz as avaliações bombarem é a busca por segurança. Em tempos de golpes digitais, muita gente só se sente confortável em comprar depois de conferir a reputação da loja, ver os comentários de outros clientes e até checar se a empresa respondeu às críticas.

Muito além da venda

Mais do que ajudar alguém a decidir a compra, as avaliações são uma mina de ouro para as marcas.

  • Mostram o que o público realmente valoriza.
  • Revelam pontos de melhoria.
  • E ainda criam uma comunidade de troca.

Quando uma empresa dá atenção aos comentários, responde com empatia e mostra disposição para resolver problemas, o efeito vai além da compra: o cliente tende a voltar e indicar a marca para outros.

Confiança que vende

As estrelinhas e comentários que parecem tão simples são, na prática, um dos motores mais poderosos do comércio digital. Eles constroem confiança, reduzem inseguranças e fazem toda a diferença na jornada de compra.

Por isso, se você é consumidor, continue deixando sua opinião: ela influencia muito mais gente do que você imagina.