Oi, Alberto: curta da Pixar é ingênuo e encantador | Review

No curta da Pixar “Oi, Alberto” (2021), o monstro marinho Alberto quer, de todo coração, provar seu valor para o seu mentor, o imponente e tatuado pescador de um braço só – e de poucas palavras – Massimo.

De cara, essa é uma animação que poderia ser tranquilamente ambientada na minha amada Fortaleza ou em qualquer outra cidade litorânea do Nordeste. Ou seja, é bem fácil o público se afeiçoar e se identificar com os personagens.

Enredo ingênuo e encantador

Tirando o aspecto de fantasia do protagonista Alberto, que seria uma espécie de “monstro marinho”, todo o resto da história é bastante palpável e bucólico.

O drama de não encaixe do “garoto-monstro”, que se esforça para agradar Massivo, é solucionado ao final do curta e pode emocionar muita gente grande por aí. Especialmente pela relação de afeto entre os dois protagonistas.

O desfecho da história é, ao mesmo tempo, comovente e inspirador. Aliás, o curta como um todo pode ser definido como ingênuo e encantador.

Vale muito a pena conferir!

Avaliação: ⭐⭐⭐⭐⭐

Sinopse e trailer de “Oi, Alberto”

Com seu melhor amigo Luca na escola, Alberto está aproveitando sua nova vida em Portorosso e trabalhando ao lado de Massimo – o imponente e tatuado pescador de um braço só e de poucas palavras –, que é possivelmente o ser humano mais legal do mundo na visão de Alberto.

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