Crítica: Segredos Mágicos, da Pixar

Como falei no post anterior, inventei de fazer minha assinatura na Disney Plus e agora tô lascado tenho acesso a um imenso catálogo que tem feito a minha diversão nos últimos meses.

Nesse período, descobri que a Pixar mantém um projeto chamado Sparkshorts, que consiste em um programa em que os funcionários da Pixar têm apenas seis meses e orçamentos limitados para desenvolver curtas-metragens de animação.

Uma das boas surpresas para mim foi a animação Segredos Mágicos (originalmente, se chama “Out”). De maneira lúdica e divertida, o diretor canadense Steven Clay Hunter aborda a temática de “se assumir gay” para a família.

Greg está prestes a mudar de casa com seu namorado e seu maior medo é que os pais descubram sua sexualidade. As angústias, medos e aflições do protagonista – que teve inspiração na vida do próprio diretor Steven – são colocados de forma cômica, mas com muita sensibilidade.

A animação brinca com aspectos da cultura gay, trazendo leveza a um tema que é bastante delicado para algumas pessoas.

Para quem ainda não viu, vale a pena tirar 10 minutinhos e conferir essa preciosidade da Pixar.

Sinopse e trailer de Segredos Mágicos

Em um dia normal, a vida de Greg é repleta de família, amor e um cachorrinho indisciplinado – mas, apesar de tudo isso, Greg guarda um segredo. Hoje é diferente, porque ele pode aprender que não tem nada a esconder.

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